“DA MINHA LÍNGUA VÊ-SE O MAR.
DA MINHA LÍNGUA OUVE-SE O SEU RUMOR,
COMO DA DE OUTROS SE OUVIRÁ O DA FLORESTA
OU O SILÊNCIO DO DESERTO.
POR ISSO A VOZ DO MAR FOI A DA NOSSA INQUIETAÇÃO”.
Vergílio Ferreira
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